COMO JOGAR O MAHA LILAH?



Para jogar, precisamos de três coisas:

– do tabuleiro;

– de um dado;

– de um objeto pessoal que representará o jogador no jogo.


O tabuleiro

Maha Lilah é um jogo de tabuleiro com 72 casas.

Essas casas revelam questões humanas, tais como sobrevivência, segurança, prazer, poder pessoal, talentos, sentimentos, pensamentos, expressão e realização. Esses tópicos vão desenhando uma trajetória, que é o caminho de cada um na busca de apreender essa vida, de se conhecer e fazer escolhas.

O tabuleiro é uma forma material que demonstra o que está acontecendo dentro de nós, é um espelho de percepção de si mesmo, uma ferramenta que amplia nossa consciência.

E como desenho da consciência, o tabuleiro trabalha com campos energéticos e surge do encontro das energias do Céu com as energias da Terra, nas suas diversas formas, densidades e sutilezas.


Espadas e serpentes

Essas energias são representadas por espadas e serpentes. As espadas encurtam os caminhos, elevam nossa energia e são resultados de melhores escolhas.

As serpentes, mais sinuosas, nos desviam, nos fazem perder energia e chamam nossa atenção para questões que precisam ser trabalhadas. São oportunidades de transformação.

As espadas e serpentes são igualmente valiosas nesse caminho da maestria de si mesmo, que é o grande objetivo do jogo da vida.


O dado

O dado determina por onde o jogador deve ir… é movido pelas vibrações da energia do jogador, que pode ser mais positiva ou negativa, dependendo de seus desejos e motivações.

Lançar o dado também simboliza a influência de uma energia maior do universo ou da natureza na nossa vida, o que nem sempre acontece numa sequência lógica. É no caminho do jogo que vamos encontrando o sentido do que acontece conosco, para onde somos levados… e, com o tempo, descobrimos as relações de causa e efeito, frutos das nossas escolhas.

O objeto pessoal é escolhido pelo jogador e deve ser pequeno para poder se movimentar nas casas no tabuleiro.

Uma intenção clara de receber respostas no caminho do Lilah magnetiza a peça com a energia do jogador e facilita a compreensão do que vai se revelando.


Como termina o jogo?

O jogo começa com a ilusão de que somos o corpo, de que vivemos apenas na realidade que os nossos sentidos podem perceber.

Isso é Maya: a força dos vários véus da ilusão, que cria as aparentes limitações e divisões e nos afasta da nossa essência interior, que é Unidade.

Maya é esse poder que cria a ilusão de “Eu e Meu”, “Tu e Teu”; é a ignorância que leva ao individualismo exacerbado. Essa ênfase excessiva no eu individual alimenta sentimentos de competitividade, solidão e pessimismo. Nos prende no egoísmo.


“A ilusão trabalha, impenetrável,

tecendo trama de expressão inumerável;

suas vistosas imagens, incessantes,

véu sobre véu acumulam, constantes;

feiticeira, sempre acreditada

pela pessoa sedenta de ser enganada.”

Emerson


Ao caminhar pelo tabuleiro, entre serpentes e espadas, vamos tirando os véus da ilusão.

Dessa maneira percebemos melhor o mundo de nomes e formas (Maya), que determinam os limites e as diferenças aparentes entre os objetos. Sob essa ilusão ninguém é completamente feliz.


À medida que o jogador se move de espaço em espaço no Lilah, vai se construindo um caminho único e próprio daquele indivíduo, um sentido é criado a partir da relação das casas entre si.

Por exemplo, se o jogo começa pela casa da Purificação, indo para a casa da Dispersão, esse movimento sugere uma questão a ser trabalhada. A dispersão de si mesmo é fruto da dependência emocional nos relacionamentos, e leva para a Confusão.


Como mudar isso?

A resposta está na próxima casa para a qual o dado levará o jogador.

Esse caminho vai revelando ao jogador aspectos do relacionamento consigo mesmo, com o outro e com o mundo; é um retrato de sua própria existência no momento. Mostra, também, ferramentas que podem promover mudanças para um estado de mais harmonia.

O próprio ato de jogar vai limpando a energia do jogador e expandindo sua capacidade de discernimento.


O final do jogo é a expansão da consciência, a chegada à casa da Consciência

Cósmica, que revela a verdade sem tanta ilusão.

O jogador, então, adquire a clareza, a percepção e a experiência de que a felicidade, que tanto procura, está dentro de si mesmo e não fora.



Vamos jogar?

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Isabel Urrutia

Terapeuta de Autodesenvolvimento

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